Segundo a Agência Lusa um dos inspetores da Polícia Judiciária (PJ) que acompanhou o caso do 'Rei Ghob', em julgamento por quatro homicídios, disse, ontem, 26 de Janeiro, no Tribunal de Torres Vedras que a investigação continua para localizar os cadáveres das vítimas.
De acordo com a inspetora Maria José Ramos, "a investigação está encerrada exceto na localização dos cadáveres", acrescentando que "não há dúvidas de que se está perante homicídios e ocultações de cadáver".
Ainda no artigo pode ler-se que sem os corpos, a prova considerada indispensável para confirmar os homicídios, a Polícia Judiciária juntou dados pedidos à operadora de telemóvel para ter informações relativas ao tráfego de comunicações e localizações dos aparelhos de Francisco Leitão e das vítimas Tânia Ramos (05 junho 2008), Ivo Delgado (26 junho 2008) e Joana Correia (03 março 2010).
A mesma equipa da PJ chegou a novos elementos de prova, ao investigar um outro inquérito por abusos sexuais de 20 menores, no qual Francisco Leitão já foi também constituído arguido, assim como a irmã (Dina Leitão), o cunhado (Nelson Garcia), 'João da rulote' e a esposa (Fernanda Jacinto).
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